Procure neste Blog

Mostrando postagens com marcador Reflexão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Reflexão. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Provocamos... Mudamos! E agora?


Engraçado como nós humanos temos medo das mudanças e mais engraçado ainda como deixamos de perceber que elas são feitas por nossas próprias mãos... Falo isto pensando nos objetos que foram humanizados na imagem acima e porque, logicamente, eles repercutem um pensamento humano sobre o ser e o estar dos livros, das vassouras dos computadores e tantos outros objetos no mundo. 

Há quem diga por ai que os computadores irão dominar o mundo, dizem que terão uma espécie de "inteligência própria" que se manterão por si...

Mas... Embora tenha muito apresso pelas tecnologias digitais não descarto a sempre necessidade do ser humano por traz destas atuações. 

Prefiro ficar com as considerações de Umberto Eco Sobre os Apocalípticos e Integrados.

E pensar junto com Levy que somos nós que fazemos a evolução das técnicas, nós geramos estas necessidades. Mesmo tendo/ou não a consciência de não sermos humanamente capazes de acompanhar as transformações que nossas necessidades causam à sociedade.

Veja:

"Será que as técnicas vêm de outro planeta, o mundo das máquinas, frio, sem emoção, estranho a todo significado e valor humanos, como tende a sugerir uma certa tradição intelectual? Parece-me, ao contrário, que não só as técnicas são imaginadas, fabricadas e reinterpretadas para uso dos homens, mas que é a própria utilização intensiva das ferramentas que constitui a humanidade como tal (juntamente com a língua e as instituições sociais complexas).
É o mesmo homem que fala, enterra seus mortos e talha a pedra. Propagando-se até nós, o fogo de Prometeu cozinha os alimentos, endurece a argila, funde os metais, alimenta a máquina a vapor, corre nos cabos de alta tensão, fervilha nas centrais nucleares, explode nas armas e nos equipamentos de destruição."

LEVY, Pierre. O inexistente impacto da tecnologia. Folha de São Paulo, [5] : 3, 16 ago, 1997.

Decerto com o passar do tempo as formas como utilizamos os objetos que produzimos vão se aprimorando, porém isso não significa desaparecimento, esquecimento e sim, reformulação. Novas formas de usarmos e termos acesso a essas produções.

Voltando à imagem que trouxemos para nossa discussão... Penso que já está claro a impossibilidade do desaparecimento dos livros... Onde então registraríamos nossos pensamentos? E o ambiente virtual, já não é um grande livro? Creio que o que nos falta em alguns momentos é justamente uma reflexão menos depressiva sobre as mudanças ao contrário disso, olhar a mudança - que nós mesmos produzimos - e nos perguntar de que forma podemos nos utiliza inteligentemente dessas mudanças. 

É isso!

Uma boa Semana a todos
Diálogo com as TIC's





domingo, 23 de junho de 2013

Como você vai moldar as salas de aula de amanhã?

Olá pessoal,

Estivemos afastados do blog por um período, mas aos poucos vamos retornando as nossas publicações. Espero que gostem das novidades. Será um prazer ter a tua presença por aqui.

E para celebrar com muita intensidade nosso retorno trouxemos para vocês um vídeo interessantíssimo sobre a evolução da Tecnologia. A proposta do vídeo e de nosso post e propor a você uma reflexão sobre as salas de aulas autuais e sobre aquelas que nós, professores e alunos de hoje, poderemos propor aos alunos e professores de amanhã. 

Reflita:


terça-feira, 20 de novembro de 2012

Redes Sociais e Cultura: olhar de Nei Duclós

E hoje trazemos a vocês um texto maravilhoso compartilhando por Carmen Silvia Presotto lá no Vidráguas.  O texto é de Nei Duclós e nos faz refletir sobre as redes sociais e a cultura e sobre a necessidade de multiplicar essa cultura que vamos criando com a interação. 

 Confiram:

obra de Escher escolhida pelo autor para divulgar o texto.


REDES SOCIAIS E CULTURA

Já que nada temos em comum e não aturamos as diferenças, vamos culpar as redes sociais.

Já que aproveitamos essa aparência de proximidade para incomodar o avatar vizinho, vamos dizer que as redes sociais estão obsoletas.

Rede social tem infinitos desdobramentos se for encarada como ambiente de um trabalho gratificante, o de compartilhar cultura.

Não existe carisma na vidinha pessoal, tanto de anônimos quanto de celebridades. O que vale é a abordagem transcendente, o pulo cultural.

Compartilhar cultura não é exibir uma erudição que não possuímos. É expor apreensões pessoais e coletivas de manifestações do espírito humano.

É escassa nossa percepção dos acontecimentos culturais. Essa escassez precisa estar exposta, sem que vire uma vaidade pelo avesso.

Não entendo nada disso ou você que entende disso são abordagens furadas. Entendemos a precariedade da nossa percepção, mas é nessa fresta que passa a luz.

Todo repasse de um evento cultural precisa ter a intervenção de quem faz a sugestão, para que as inflexões pessoais se somem a um acervo geral.

Não se trata de impor leis de comportamento nas redes sociais, mas de colher vivências reveladoras que possam contribuir para este momento.

Temos uma chance rara de multiplicar cultura por meio das redes sociais. Não podemos nos abandonar às dificuldades.

 Nei Duclós!

______________________________________________________

O texto pode ser encontrado no mural do autor vejam aqui 

sábado, 18 de agosto de 2012

Domínio Público e os recursos tecnológicos - A gente é que escolhe!

Gente essas tecnologias informacionais estão mesmo dando o que falar. Temos tantas possibilidades que as vezes ficamos estáticos imaginando quais recursos usar, pois temos muitas "coisas" boas e interessantes disponibilizadas ao nosso redor. E  insistimos em dizer que é uma "perda enorme" muitos ainda não terem se apropriado disso. 

Porém nosso trabalho aqui é divulgar, dialogar com as tecnologias e trazer para nós, que estamos ligados nas Tic's e nós que não estamos ligados nas Tic's a reflexão sobre esses vários recursos e essas tantas possibilidades. 


E foi pensando neste diálogo que resolvemos trazer para cá a indicação do site Domínio Público. Uma biblioteca fantástica  disponibilizada pelo Ministério da Educação onde podemos encontrar vídeos, livros músicas, partituras, áudios e muito muito mais.

Já indicamos o site aqui uma vez e retornamos a indicação hoje pois encontramos um acervo de vídeo muito interessante para os professores de todos os níveis de ensino e também aqueles que estão em formação. 

Gente, impossível não visitar. Impossível não gostar e mais ainda. Impossível não compartilhar. 

Vamos dialogar comas Tecnologias que nos rodeiam e aproveitar o que de melhor elas nos oferecem?


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Livros Didáticos Digitais. Possível, não possível?

Olá,

Estamos trazendo para nosso blog uma discussão muito interessante que encontramos lá no blog Inform@tiva no Ensono B@asico da Marilene Terra, que fala sobre a possibilidade termos, daqui a algum tempo, os livros didáticos em formato digital. Essa discussão é trazida por Mike Mathias, também indicado pela autora, lá no TED. 

De fato essa é uma discussão que nos instiga, principalmente neste tempo onde muito se questiona a função que os livros didáticos tem tido nos ambientes escolares. E você professor o que pensa sobre esse assunto?

- Os livros didáticos tem importância no ambiente escolar?
- Os livros didáticos se fossem digitais ajudariam mais na aprendizagem? Por quê?
- Você acha importante que mudanças constantes ocorram no ambiente escolar?
- Você usa a tecnologia de informação e comunicação na escola?
- Como reagiria se amanhã dissessem a você que os livros serão digitais

São algumas perguntas que nos fazem refletir sobre essa convivência que temos com a tecnologia e de como reagimos às mudanças que elas podem trazer para nossa vida.

Mas, para nos ajudar a nessa reflexão trazemos outra dica interessante da Marilena. É o site Biblioteca de Livros Digitais, uma produção do Governo de Portugal, que disponibilizam  alguns livros de Literatura Infantil e permitem uma leitura interativa dos mesmo. Além de ler como visitante o leitor ainda pode criar sua conta e fazer organizações de sua leitura e perfil.

Clique na imagem e veja o site:

Imagem retirada do blog da Marilene

Liga ou desliga?

Gente, fizemos questão de publicar aqui esta pergunta lá do site Planeta Sustentável da Revista Abril, pois acreditamos que esta pergunta deve ser respondida pelos professores e pelos alunos, Nós!!! que somos os principais interessados na discussão.

Diz ai! Qual é a sua opinião?


O Congresso Nacional analisa um projeto de lei que proíbe eletrônicos em sala de aula. Mas se celulares, tablets e laptops fizerem o conteúdo escolar ser mais atrativo e mais bem assimilado? Liga ou desliga?




domingo, 17 de junho de 2012

Educação Tecnológica: Um fato social


Recebemos há alguns dias da professora , Rosane Marendino, a indicação dessa leitura que compartilhamos  agora com vocês. 
Durante a leitura do texto podemos refletir sobre a urgente necessidade que temos de olhar mais detalhadamente para essa realidade que estamos vivendo. A educação tecnológica é um fator irreversível e se não nos adequarmos a ela teremos mais alguns séculos de desordem, complicações e infelizmente insucesso em nossa educação.
Compartilhamos então com vocês, pais, professores, alunos esta reflexão,para que nós enquanto cidadãos possamos cumprir a parte que nos cabe nessa luta por uma educação para a vida.

O papel da internet no futuro da educação

Texto de : Luciana Maria Allan

(...)

A internet oferece aos estudantes uma infinidade de possibilidades. De clique em clique, os alunos vão acumulando endereços, imagens e textos que se sucedem de forma ininterrupta. Entre tantas conexões possíveis, o excesso de informação pode levar a um não aprofundamento de temas, ocasionando dificuldades em escolher o que é significativo, relevante e confiável. Neste contexto, cabe às instituições de ensino trabalhar não mais com a transmissão de conteúdos estanques, mas sim, com o desenvolvimento de competências e habilidades que permitam a estes alunos refletir, aprender a pesquisar, analisar informações e identificar a veracidade das mesmas, formar idéias, discuti-las com seus pares, enfim, colocar os resultados das pesquisas mais em confronto, de forma a questionar as afirmações encontradas.

A internet utilizada como aliada contribui para o processo de formação pessoal e profissional dos jovens. Dominar os recursos tecnológicos e intermediá-los com a aprendizagem de conteúdos multidisciplinares desenvolve competências necessárias para se inserir e manter-se no mercado de trabalho. Atualmente, ter ou não acesso à informação processada e armazenada na web pode se constituir em elemento de identidade ou de discriminação na nova sociedade que se organiza. (grifos meus) Desta forma, incluir estratégias de ensino que façam uso deste recurso significa preparar o estudante para o mundo tecnológico e científico, aproximando as instituições de ensino do mundo real e contextualizado.



A habilidade de selecionar conteúdos, interpretar adequadamente uma informação, fazer uma leitura crítica do meio, dominar os recursos de busca nas diferentes mídias, produzir textos e comunicar-se de forma rápida e eficiente utilizando as ferramentas digitais contribuem significativamente para formar um bom profissional. A internet estimula a curiosidade, incentiva o trabalho desenvolvido em equipe (colaboração), promove agilidade na execução de tarefas, reduz custos e incita o senso de organização (tanto do tempo como da seleção de informações) - sem dúvida, competências extremamente valorizadas no mercado de trabalho.

Ao dedicar quase quatro horas de seus dias à internet, os jovens estão com a oportunidade de ampliar enormemente suas possibilidades de educação e formação, pois podem, por meio de cursos gratuitos, tutoriais, blogs e afins, aproximar-se de outros estudantes, trocar experiências culturais, estudar outro idioma, aprofundar conhecimentos com mestres e especialistas capazes de contribuir com novas idéias e conceitos para o trabalho de pesquisa, por exemplo.



Porém, a dedicação quase que exclusiva à participação em sites de relacionamento e programas de comunicação instantânea podem limitar a oportunidade que nossos jovens têm de absorver todos os benefícios que a aproximação via rede pode trazer.

Sendo assim, é fundamental que as instituições de ensino, e em especial os professores, fomentem um uso mais elaborado da internet, ampliando o repertório de possibilidades que a rede oferece, instituindo estratégias de ensino que promovam a aprendizagem efetiva, contribuindo para a construção de conhecimento e formação de cidadãos autônomos."


sexta-feira, 30 de março de 2012

"Escola deveria ser garagem"

Hoje convidamos você a refletir sobre este texto compartilhado pela companheira Jenny Horta lá no grupo Blogs educativos. De forma simples e objetiva o autor nos conduz a pensarmos como estamos deixando de lado, ou melhor, complicando "coisas" que deveriam ser tão simples... Tão naturais...

O texto é de  Alexandre Sayad  


Pensar em modelos de educação que inovem ironicamente não é uma novidade.  A morte do currículo foi decretada cinicamente algumas vezes – o paradigma de não seccionar o conhecimento em áreas de conhecimento  chega a ser um discurso cansativo, proferido por quem acredita em uma “educação contemporânea”.

O fato é que o mundo da educação padece por ser formado em sua maioria por pensadores, e não executores. Mudar um sistema de ensino é muito complexo; realizar experiências pontuais – construir escolas ideais -  que sirvam de exemplo e instiguem mudanças maiores, não tanto. Mesmo assim educadores preferem elaborar teorias a realizar experiências e correr riscos.

Há alguns dias fui provocado por dois jovens e inteligentes documentaristas, Antonio Lovato e  Raul Perez, a dar um depoimento sobre “a escola que considero ideal”. Nunca havia pensado de forma totalmente onírica e livre sobre esse tema, então coloquei minha mente para rodar antes da câmera ser ligada.

Viajei muito no Brasil e no mundo para conhecer escolas; ouvi outras tantas de amigos. Nesse meu fluxo de pensamento interno me lembrei dos laboratórios do MIT (Massachusetts Institute of Technology), do Schumacher College, da Escola da Ponte, da Cidade Escola Aprendiz, de uma escola dinamarquesa relatada pelo Rubem Alves, em que estudantes aprendiam a construir uma casa e também da Oregon Episcopal School, a OPS, que me encantou.

Todos os exemplos têm elementos em comum: ignoram o currículo, pois trabalham por projetos – teoria que data dos anos 40. E todas são idealizadas e coordenadas por educadores fora dessa cátedra.

Antes de dar a reposta cara a cara com os dois cineastas, pensei, muito centralmente,  nas minhas experiências com jovens produzindo comunicação – como o Idade Mídia, do Colégio Bandeirantes. Vivências em que os estudantes se apropriam do espaço escolar e aprendem muito mais assim: quando sua expressão surge no universo do aprendizado; e quando são estimulados a acreditar na sua capacidade de realização de um projeto – no caso uma revista ou um documentário.

Mas quando comecei a falar, quis dar um passo atrás do meu sonho de escola educomunicativa para ser mais desamarrado de conceitos, e procurei achar pontos em comum a todas elas. E percebi: são experiências de e para “garagens”.


Me lembrei daquelas garagens de casas antigas, onde se acumulam bugigangas, mas há sempre uma mesa para se sentar e organizar as ideias. Portanto, cheguei a conclusão que minha escola ideal assemelha-se a uma garagem. Dessas mesmo onde as crianças têm a tentação de  montar robôs com peças velhas.

Lá, o foco está na criação e inovação do estudante. O professor é um tutor que circula entre os objetos, orienta as criações e aprende muito também. Um tablet conectado à  internet seria o material básico. Os produtos lá desenvolvidos trariam um pouco de cada disciplina.

Quando terminei a entrevista, tive a estranha sensação de ter vivido essa atmosfera de garagem, na maioria das vezes, em ambientes educomunicativos. Fui induzido a pensar na comunicação novamente. Muito porque ela está no DNA do estudante antes mesmo da escolarização chegar. Este é seu ponto mais forte – joga a favor do estudante.

A garagem tem um apelo tão forte para a educação que, se nenhum projeto for capaz de brotar daquele ambiente, ainda é possível vender limonada (como fazem os norte-americanos) ou montar uma banda de rock (como faz qualquer jovem). O que, em ultima instância, são também projetos.

Texto originalmente publicado em Portal Aprendiz

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Tecnologia e as relações sociais

Esta aqui um bom tema para ser tratado com nossos adolescentes. 


Em um tempo onde compartilhar é preciso como será que ficam as relações pessoais, sociais e tantas outras relações? 
É o que veremos na reportagem publicada no dia 06 de fevereiro pelo Folhateen.





Por Rodrigo Levino




Que a internet mudou as relações sociais é algo que não se discute. A privacidade se tornou negociável e compartilhar virou regra. Mesmo senhas pessoais.

Não são poucos os casais para os quais e-mails, MSN, Orkut, Facebook e Twitter é um território de acesso livre para ambos.

Ângela (todos os nomes são fictícios), 17, e João, 19, de São Paulo, compartilham senhas desde o começo do namoro, em agosto de 2010.

Assim como Cristine, 17, e Ronaldo, 20, de Mogi das Cruzes (SP), juntos desde novembro de 2009. Os dois se conheceram através de uma comunidade do Orkut.


O compartilhamento de senhas pessoais é um sintoma dos novos parâmetros que a internet trouxe para namoros e amizades.

Para Ângela, ceder o acesso a algo privado é uma prova de fidelidade. "Se eu não devo nada, não tenho o que temer", diz.

Ronaldo alega que o acesso de Cristine ao seu e-mail ajuda no trabalho. "Uso pouco o e-mail, então ela me avisa de coisas urgentes e limpa a minha caixa".

Mas, como tudo na vida, liberdade também tem um preço. Dos cinco casais ouvidos pelo "Folhateen", todos relataram brigas motivadas por "e-mails indevidos".

Um colega que chama por algum apelido carinhoso, uma ex-namorada saudosa que tenta se reaproximar ou um amigo convidando para um programa justo no dia que o casal havia marcado de se ver: tudo pode se tornar motivo para desentendimentos.

No caso de Rafael Costa, 22, estudante de jornalismo de Brasília, liberdade demais causou um trauma.

Durante um ano e meio de namoro (entre 2009 e 2011) com Susana, 17, que morava em Minas Gerais, ele compartilhou senhas de e-mails e de perfis em redes sociais.

"De tanto ler e-mails e conversas de MSN um do outro, nos ocupamos mais em vigiar do que em namorar", conta ele, que, a pedido da então namorada, teve de escolher entre ela e os amigos. "Optei pelos amigos, que me cobravam menos."

DOS EXCESSOS

Situações extremas são um dos riscos que a psicanalista Luciana Saddi, 49, aponta quando se mantem uma relação baseada nesse compartilhamento.

"Ciúme demais pode virar paranoia. A idealização de um relacionamento perfeito, muito comum na adolescência, pode sofrer um choque de realidade quando se depara com algo desagradável como um e-mail mais carinhoso de um colega de escola", alerta Saddi.

Para Anna Paula Mallet, 42, psicóloga da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), conceitos como privacidade e fidelidade vem se modificando.

"Aos poucos, a única privacidade que é mantida para o adolescente é em relação aos seus pais, que geralmente são obsoletos no que se refere aos novos tipos de comunicação", analisa Mallet.

Dentre os casais ouvidos pelo "Folhateen", nenhum deles contou aos pais que divide senhas. O que não faz desse compartilhamento algo proibido ou errado.

"É uma oportunidade de cada casal testar limites e saber com quais consequências pode arcar. E também de amadurecer afetivamente", diz Luciana, que acrescenta: "Crescer é assumir responsabilidades."

E você o que pensa sobre o COMPARTILHAR ? 
Registre aqui sua ideia!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Tecnologias da informação : mudanças na compreensão do currículo escolar

Olá pessoal,

Apresentamos abaixo o resumoda monografia da Neusa Marlene Siqueira, apresentada na Universidade Federal do Rio Grande do Sul no ano de 2010. 
Decidimos compartilhar este trabalho com vocês pois trata sobre as novas visões que devemos ou necessitamos contruir para ser educador neste tempo onde as tecnologias estão ganhado e pedindo espaços. 

Boa leitura!





O presente trabalho tem como tema as mudanças na compreensão do currículo escolar a partir da inserção das novas tecnologias da informação. Trata-se de uma análise reflexiva da minha experiência docente e dos resultados da minha prática de estágio curricular, com alunos das séries iniciais, em uma escola da Rede Pública do Município de São Leopoldo, na qual exerço a função de professora há 29 anos. Os objetivos consistem em refletir como se apresentam os currículos da escola, estabelecendo relação entre as práticas pedagógicas e o lugar que ocupam os meios tecnológicos na construção deste espaço. Para entender melhor as transformações pela qual passou o currículo escolar ao longo dos tempos na história da educação, apresento inicialmente uma reflexão teórica sobre o surgimento do currículo e suas diferentes concepções. O referencial teórico que embasa o primeiro capítulo está sustentado em autores como Silva, que concebe o currículo como uma questão de poder na construção das identidades. No capítulo seguinte busco refletir a minha vivência docente, a prática de estágio e os resultados evidenciados com referência principalmente em Almeida e Valente. Ambos defendem repensar a educação a partir da inserção de novas tecnologias, como o computador e a internet, nas práticas pedagógicas, bem como também destacam a importância da formação continuada dos professores, concebendo que o uso inteligente desses recursos representa uma inovação pedagógica, e, como tal, colabora de modo efetivo no processo de construção do conhecimento. Nesse processo, o papel do professor passa de detentor do conhecimento para o de mediador das aprendizagens. No início do segundo capítulo, com base na experiência docente, faço um breve relato de como ocorreu o processo de implantação da informática educativa e as conexões que se estabeleceram entre o currículo na referida escola, há oito anos atrás, no ano de 2002. Analisando os resultados, pode-se concluir que, naquele momento, não provoca mudanças no currículo e nas práticas pedagógicas, pela forma de imposição como foi implantada e também sem a capacitação dos professores. Prosseguindo, trago as reflexões dos resultados da prática do estágio docente que aconteceu no primeiro semestre de 2010, no oitavo semestre do curso da graduação em pedagogia. Sobre o desenvolvimento das aulas na sala da informática educativa, pode-se verificar grande envolvimento dos alunos com o assunto estudado, e que na seqüência do trabalho apresentam resultados surpreendentes das aprendizagens adquiridas. Também a indisciplina bastante presente no espaço escolar, principalmente em sala de aula, passa a inexistir nesse espaço virtual, favorecendo a concentração, fator essencial para a aquisição das aprendizagens. Isto leva a concluir que é imprescindível que a escola incorpore as novas tecnologias em seu cotidiano, assumindo um novo papel no contexto da atual sociedade da informação e da comunicação. A escola, enquanto instituição social, não pode ficar à margem do processo de tecnologização, sob pena de se tornar defasada e pouco atrativa.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

E o que será feito dos livros didáticos?

Olá pessoal,

Hoje trazemos uma nova discussão que tem agitado grupos de professores e educadores que estão ligados no avanço da tecnologia e observam atentamente os prós e os contras que esta evolução tem nos proporcionado. Estamos falando dos professores que se reúnem diariamente no grupo Blogs educativos. 

E a discussão que tem tomado as caixas de mensagens deste grupo durante esta semana está ligada à mais nova criação da Apple. O iBooks Author


Google imagens
A conversa foi iniciada pelo colega Wilson que nos trouxe a informação juntamente com dois vídeos que discorrem sobre o assunto. Um apresentando o programa ( aqui) e outro com instruções (aqui). 

A conversa foi se estendendo e muitas opiniões acerca do futuro dos livros foram levantadas pelos participantes. Pensando sobre o possível desaparecimento dos mesmos daqui há algum tempo, ou melhor, de que os mesmos, assim como os pergaminhos, os papiros e tantas outras ferramentas que o homem veio utilizando na criação da história da comunicação. 

Pois bem, não nos resta dúvidas de que as tecnologias estão cada vez mais ganhado espaços em nossa sociedade e que provavelmente será mesmo este o futuro de nossos livros impressos, a questão que teremos que nos preocupar será a forma pela qual este material será utilizado.  Concordam?

Um livro bem utilizado gera aprendizagem, mas se utilizado de forma errada, provavelmente nos trará prejuízos... 

E você leitor, o que pensa sobre essa nova criação da Apple?

Para você que se interessou no assunto AQUI*  você pode encontrar um texto explicado as finalidades e os pormenores dessa criação. O texto é de autoria de Elio Gaspari e foi indicado pela colega Lilian Starobinas.



Um abraço a todos e uma semana de bons aprendizados.
Equipe Diálogo com as TICs






* Procuramos o texto publicado no jornal
mas não o encontramos na versão online
Por isso indicamos o link do blog 
Onde o mesmo foi publicado.
Att.


segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Escola para o passado ou para o Futuro?

O Vídeo abaixo resume e recria ideias sobre a educação em rede, a educação em tempos de tecnologias, em tempo de novidades...
E nele temos o ponto e o contraponto das questões que diariamente vimos tratando por aqui... Para onde vai a escola? 

Para o futuro ou para o passado!?



domingo, 8 de janeiro de 2012

Novas Oportunidades!


Em artigo publicado no site Administradores.com.br,  Ildemar Oliveira Sales,  nos diz que "Chama a atenção as várias demandas por profissionais que vão surgindo com o uso das tecnologias à distância, no ambiente educacional" e que  "já há demanda por Gestor de EAD, Professores, Tutores, Designers e Profissionais de Comunicação."



Google Imagens

Antes da opção de Educação a Distância ou de educação com o uso de recursos tecnológicos, as aulas tinham, em muitas situações ainda têm, uma característica de auditório, ou seja, o professor fala o aluno ouve e as relações de ensino e aprendizagem vão se construindo com num processo de socialização e aculturação em massa em prol do desenvolvimento humano, como apresentou Eduardo Chaves.

As aulas, com o uso de recursos tecnológicos, seja ela presencial ou à distância, ratificaram a interatividade do aluno com os conteúdos ministrados, tornando-o mais ativo, na busca pela informação, sendo comum às pesquisas em tempo real, seja ela, em material disponibilizado online ou em arquivos ofline.

Uma revolução ainda maior é visível nas crianças dos dias de hoje. Na 1ª Megatendência Eduardo Chaves apresenta o conceito de Durkheim "A educação é a ação exercida, pelas gerações adultas, sobre as gerações que não se encontram ainda preparadas para a vida social", Com as informações dispostas na web, tornam-se cada dia mais difícil moldar crianças, uma vez que as mesmas já são possuidoras de conhecimentos relevantes que auxiliam sua formação.

O artigo continua, mas nós aqui do Diálogo com as TICs, gostaríamos de saber qual é a sua opinião, leitor, professor atento, iniciante às tecnologias... VOCÊ!
Como você tem lidado com essas informações? O que, de fato, mudou em suas aulas com a chegada das tecnologias e todas as informações que vieram com ela?

Aguardamos sua participação!



Para os interessados, 

Aqui está o link de uma Pós graduação oferecida pelo grupo Cio Internacional

Clique aqui  para ser  direcionado ao site





terça-feira, 3 de janeiro de 2012

A aprendizagem e as tecnologias móveis





As crianças que recorrem frequentemente às mensagens de texto de telemóvel lêem e falam melhor, pelo que os pais devem incentivar os seus filhos a enviarem SMS (Short Message Service) a fim de melhorarem as suas capacidades fono-audiológicas, conclui um estudo britânico co-financiado pela British Academy. 

Além disso, as crianças que recorrem regularmente à linguagem abreviada em SMS têm uma maior capacidade de soletrar palavras correctamente e apresentam melhores resultados em testes de fluência verbal.

Os investigadores da Universidade de Coventry analisaram um grupo de 63 crianças entre os oito e os 12 anos e verificaram que há uma relação entre a utilização de SMS e a alfabetização visto que a leitura de abreviaturas requer uma forte consciência da combinação de sons.


 
Hoje, recebemos via e-mail um artigo publicado na VII Conferência Internacional de TIC na Educação ocorrida entre os dias 12 e 13 de maio do ano de 2011 e o mesmo nos vem com o seguinte resumo:


O estudo de investigação que apresentamos foi realizado, no ano lectivo 2008/2009, em contextos de aprendizagem suportados por tecnologias móveis possuídas pelos alunos, emparticular  o  telemóvel.  Trata-se  de  um  estudo exploratório  de  cariz  qualitativo  com  opção metodológica  pelo  estudo  de  casos  múltiplos  (quatro),  mas  com  apenas  uma  unidade  de
análise. Participaram sessenta e oito alunos do ensino secundário geral e profissional, diurno e  nocturno, de duas escolas urbanas, uma pública e outra semi-privada. As  técnicas de recolha  de dados utilizadas  foram o  inquérito e a observação. Os dados  recolhidos  revelaram grande  satisfação  dos  alunos  pelas  tarefas  realizadas,  por  tornarem  o  processo  de  ensino  e  aprendizagem mais atractivo e o  reconhecimento do potencial educacional do  telemóvel para poio  às  práticas  de  estudo.  Este  estudo  pretende  ser  um  contributo  para  a  integração  de  dispositivos móveis na educação e alertar para as novas oportunidades de aprendizagem do  mobile learning.
  
O Artigo é de autoria de Ana Amélia Carvalho & Adelina Moura. E pode ser encontrado no seguinte endereço: Clique aqui

E agora a pergunta que não quer calar... 

É possível que educadores deste século, milênio, geração etc... Continuem educando com princípios de antigamente? Será que terão algum resultado positivo em suas atuações? 

Fica para nós a pergunta queridos...